Cabelo Seco promove Ambientes de Vida Sustentável

A bicicletada ‘Eu Sou Amazônia”, realizada no dia 5 de junho, Dia Mundial do 2Meio Ambiente (Orla, Cabelo Seco, Marabá)

Na semana passada, Rios de Encontro, o projeto eco-cultural e socioeducativo enraizado desde 2008 em Cabelo Seco, realizou uma programação cultural de oficinas, rodas, e ações comunitárias e colaborativas como contribuição à Semana Mundial do Meio Ambiente. A semana foi internacionalizada pelo artista e arte educador global Dr Tom Willems, da Universidade das Artes em Amsterdã, Países Baixos, parte da Pororoca Mundial Solidária gestionada pela Rede Brasileira de Arteducadores (ABRA).

AfroRaiz apresenta na Unifesspa, Campus 2, em Marabá, na abertura da Semana de Geologia.

Tom Willems foi recepcionado na segunda feira pela Universidade Comunitária dos Rios em Cabelo Seco em um almoço com galinha no tucupí, e logo depois acompanhou a apresentação da abertura da Semana Acadêmica de Geologia pelo Coletivo AfroRaiz na Unifesspa. “Fiquei impressionado pela alegria, dedicação e profissionalismo dos jovens artistas”, disse Tom, “e seu projeto de resgatar e reinventar sua raiz afrodescendente. Em poucos minutos, se transformaram em produtores de uma bicicletada, cuidando de 48 crianças, jovens e adultos. Nunca vou esquecer o grito comunitário de crianças e jovens, no pôr do sol, Eu Sou Amazônia! Uma performance extraordinária!”

Alanes Soares organiza as perguntas da platéia na conversa pública no Plínio Pinheiro.

Na terça feira, jovens coordenadores Alanes Soares (da Biblioteca Folhas da Vida), e Rerivaldo Mendes (do Rabetas Vídeo Coletivo), e Mestre Zequinha do Rios de Encontro levaram Tom Willems para vivênciar os rios de Marabá. O músico Zequinha tocou ‘Pare o Trem’ e ‘Deixa o Rio Passar’, bem no encontro dos Rios Itacaiúnas e Tocantins.

Mestre da Cultura Popular, Zequinha de Cabelo Seco, toca músicas criadas com as Latinhas de Quintal, no Rio Tocantins.

“Em Amsterdã, criamos teatro baseado em histórias locais”, disse Tom, “mas a história de exploração violenta nesta região me impressionou, quanto a ameaça do projeto da hidrelétrica. Na Europa, é inimaginável construir um projeto que prejudica a vida, sem ampla consulta e debate. É inacreditável as leis que um senado sob investigação de corrupção está aprovando. E o que acontece aqui, aumentando aquecimento global, vai afundar meu país!”

Na quarta feira, Dr. Tom retornou a este tema de co-responsabilidade ambiental internacional numa conversa com 200 alunos e professores da escola Plínio Pinheiro. “Na minha apresentação sobre a cidade de Amsterdã”, disse Tom, “mencionei como Holanda foi o primeiro país no mundo para legalizar casamento entre pessoas do mesmo sexo, consumo de maconha fiscalizada e trabalhadores de sexo. Reduziu profundamente a violência contra mulheres, jovens e crianças. Recebi tantas questões perceptivas dos jovens! O debate sobre direitos humanos e cidadania na escola ampliou a concepção do meio ambiente. Percebi que jovens aqui tem uma inteligência socioambiental aberta e analítica.”

A oficina de teatro realizado na Casa dos Rios, integrou participantes ‘incluídos’ e ‘excluídos’ num processo provocado por pinturas, movimento, poema, tradução, música e arquitectura.

A oficina de ‘teatro de ambientes locais’ que o holandês deu para 16 arte educadores do projeto Rios de Encontro, estudantes e professores da Unifesspa e dos movimentos sociais na tarde na Casa dos Rios, demonstrou uma técnica que transforma história externa em drama íntimo. “Isso é drama-terapia?”, perguntou Alanes? O Holandês foi enfático: “Não, a terapia leva mais tempo. Mas faz bem, em particular para pessoas caladas. E pode ser usada para dança, teatro, vídeo e a formação de professores.”

A roda-apresentação na Unifesspa provocou conversas profundas na Unifesspa.

Na quinta à tarde, a apresentação de dois vídeos curtos sobre um espetáculo fluvial sobre memórias de escravidão e a maior parada gay no planeta provocou duas horas de debate com professores e estudantes de arte educação na Unifesspa. O debate se estendeu com poetas e músicos da Associação de Escritores no Sul e Sudeste do Pará, numa noite cultural na quinta feira, na nova Casa dos Rios. A nova coreografia da oficina, dança-percussão do coletivo AfroRaiz e o espetáculo ‘Nascente em Chamas’ de AfroMundi se misturaram com poesia e cantos da Aesspa, encerrando a Semana Mundial do Meio Ambiente.

“Tom Willems sensibilizou todos com sua compreensão ampla sobre direitos humanos”, explica Dan Baron, gestor da residência internacional no Rios de Encontro. “Ele conseguiu ampliar o conceito do meio ambiente, relacionando legados de massacre militar, econômica, patriarcal, racista e homofóbica. Assim, ajudou definir ambientes de vida sustentável. E saiu celebrando a melhor visita na sua vida, determinado de idealizar uma colaboração de 3-4 anos entre Europa e Amazônia, entitulado Rios de Criatividade.”

om Willems e os arte educadores de AfroRaiz (Alanes, Évany, Rerivaldo, Lorena, Elisa e Camylla) comemoram Dia Mundial do Meio Ambiente na abertura da Semana de Geologia na Unifesspa.

Rios de Encontro está realizando cursos de dança afro, teatro, vídeo, percussão e violão, sessões especiais de cinema comunitário rumo à um Fórum de Bem Viver a ser realizado no final de julho. A próxima residência internacional integra na Pororoca artistas de Colômbia e Equador. Mais informação disponível com Manoela Souza: 91-988478021 (whatsup).

Camylla Alves apresenta ‘Nascente em Chamas’ na noite cultural na Casa dos Rios, para encerrar a Semanas Mundial do Meio Ambiente 2017.

Anúncios
Publicado em Advogando, AfroMundi, AfroRaiz, Bicicletada, Folhas da Vida, Gira-Sol, Latinhas de Quintal, Publicações, Rabetas Videos, Residências, Rios de Criatividade, Tambores da Liberdade, Universidade Comunitaria dos Rios | Deixe um comentário

Rios de Encontro amplia o diálogo no Dia Mundial do Meio Ambiente

O Coletivo AfroRaiz recepcionou estudantes de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade de Michigan, EUA, e a coordenação da Proex da Unifesspa no dia 29 de maio, com dança, ritmos e troca de pesquisa sobre energias alternativas.

Rios de Encontro e a Rede Brasileira de Arteducadores (ABRA) lançam a ‘pororoca mundial solidária’ nesta segunda feira as 17h, Dia Mundial do Meio Ambiente com uma bicicletada pela vida, ‘Eu Sou Amazônia!’. A bicicletada levará os ritmos e coreografias do Coletivo AfroRaiz para seis comunidades na Velha Marabá e conta com a participação do teatro educador internacional, Tom Willems da Universidade das Artes em Amsterdã, da Holanda. Dia 5 de junho encerrará com o filme no Cine Coruja na Casa dos Rios.

Tom Willems será recepcionado na segunda feira pela Universidade Comunitária dos Rios em Cabelo Seco com um cafe de manhã típica, mas num momento mundial extraordinária e grave. “Acompanhamos as tensões entre Donald Trump e os lideres mundiais na reunião do G7 na Italia. Se comportou com descuido institucional, insistindo que aquecimento global é uma mentira chinesa para servir os interesses da China. A decisão de retirar os EUA do Acordo de Paris, assinado por 200 países, no dia 02 passado, prejudicará ainda mais o futuro da Amazônia. Trago à Amazônia a solidariedade de tantos povos e governos europeus!”

Elisa Neves entrega um calendário aos estudantes da Universidade de Michigan, no final de uma tarde de apresentações artísticas e uma roda impulsionada pela visita da Universidade Comunitária dos Rios à Belo Monte.

Depois de uma tarde com estudantes de Engenharia da Universidade de Michigan na segunda feira passada, os jovens arteducadores do Rios de Encontro perceberam a falta de informação sobre Amazônia que circula no mundo como uma oportunidade de fomentar diálogos entre os continentes e projetos sustentáveis. .

Na terça feira (06), Rios de Encontro levará então Tom Willems numa vivência no Rio Tocantins. Na tarde, ele vai acompanhar as oficinas artísticas ministradas pelos jovens arte educadores de Cabelo Seco, para entender melhor como funcionará a colaboração entre a Universidade de Amsterdã e a Universidade dos Rios.

Na quarta (07), pela manhã (9h-11h), Dr Tom participará numa roda com professores na escola Plínio Pinheiro. Ele vai ministrar uma oficina de teatro educação da tarde na Casa dos Rios (15h-18h) para participantes acima de 18 anos, e qualquer professor ou estudante interessado deve entrar em contato. Ainda tem umas vagas. A Casa dos Rios realizará uma noite cultural de trocas artísticas e imagens de Amsterdã, aberta à Marabá.

Na quinta (08), à tarde, Tom Willems vai participar numa roda de arte educação na Unifesspa (Campus 3), entre 14h30 e 17h30, aberta, e na noite, numa roda de música na Casa dos Rios com a Associação de escritores do Sul e Sudeste do Pará, ambas abertas à Marabá.

Alanes Soares, coordenadora da biblioteca comunitária Folhas da Vida em Cabelo Seco, e gestora da residência, convida Marabá: “Nossas noites culturais são abertas à todos. Hoje em dia, quando Pará está sofrendo tanto e Amazônia está em maior risco, necessitamos de solidariedade internacional. Porém temos de se informar sobre Europa também. Venha aproveitar desta visita!”.

Mais informação sobre a bicicletada (segunda, concentração em Cabelo Seco, 17h), e as oficinas e rodas da residência está disponível da Manoela Souza: 91-988478021

Publicado em Advogando, AfroMundi, AfroRaiz, Bicicletada, Cine Coruja, CineCoruja, Gira-Sol, Rabetas Videos, Rios de Criatividade, Tambores da Liberdade, Universidade Comunitaria dos Rios | Deixe um comentário

O pororoca cultural de solidariedade mundial surge em Cabelo Seco

Reunião de arteducadores no departamento de teatro na Universidade Tecnológica de Auckland para pesquisar e cicatrizar passados e criar futuros de Nova Zelândia.

Rios de Encontro, o instituto eco-cultural e socioeducativo enraizado em Cabelo Seco desde 2008, voltou na segunda passada de três semanas de palestras, oficinas e colaborações iniciais em Austrália e Nova Zelândia. Seu atual projeto internacional, Rios de Criatividade, dá continuidade em Cabelo Seco com a visita de Dr Tom Willems da Academia de Teatro e Dança na Universidade das Artes de Amsterdã, no dia 4 de junho, para realizar uma residência de arte educação que impulsionará ainda mais a onda de solidariedade mundial com Amazônia, em defesa dos Pedrais do Lourenção.

AfroRaiz apresenta na primeira residência do Rios de Criatividade.

Rios de Encontro encerrou a primeira residência cultural com Lukas Reuss da Berlim, Alemanha, no final de abril, realizando apresentações ‘Berlim-Marabá: em busca de futuros sustentáveis’, apoiadas pelo jovem Coletivo AfroRaiz. Em seguida, Dan Baron e Manoela Souza, gestores de Rios de Encontro, viajarem para Austrália, para formar 51 pesquisadores de Mestrado em Economia Cultural e 06 pesquisadores de pós doutorado em Estudos de Performance, na Universidade Monash.

Dança da Vida com estudantes de Economia Cultural na Universidade de Monash, Australia.

“Melbourne é considerada a cidade mais avançada em bem viver no mundo”, disse Manoela Souza, “e tem uma qualidade de vida excepcional. Mas esta vida ‘branca’ falta de comunidade, e custou a destruição dos rios e da Grande Barreira de Coral, maior biodiversidade de corais no mundo, gerando secas, ciclones e medo de prejudicar conforto. Porém, colaboramos com arte educadores corajosos na Universidade de Monash e com lideranças aboríginas, cujos projetos alternativos reconhecem a importância mundial da Amazônia.”

Artistas aborigines Elaine e Angelina, com Stuart Grant da Universidade de Monash, com Mano Souza.

Em Nova Zelândia, retomaram colaborações com três universidades parceiras e a Escola Pública Puya, Maori, iniciadas durante o festival O Rio Fala 2016, em Auckland. Reencontraram os Maori, o povo indígena mais avançado no mundo, conhecido por sua dança milenar, a Haka, que protege a ética da vida.

Victor da AUT mostra o mapa da comunidade nas cravadas narrativas de madeira numa marai (casa da cultura) do povo Maori.jpg

Os jovens do Coletivo AfroRaiz do Rios de Encontro foram convidados para visitar os dois países em 2018, para fortalecer pontes culturais e educativas entre o continente pacífico e Amazônia. Nesta semana, os jovens estão preparando uma programação de oficinas, rodas e uma bicicletada, em pareceria com a Rede Brasileira de Arteducação (ABRA) e Unifesspa, aberta a Marabá, para afirmar o Dia Mundial do Meio Ambiente, dia 5 de junho. Victor da AUT (Universidade Tecnológica de Auckland) mostra o mapa da comunidade nas narrativas cravadas em madeira numa ‘marai’ (casa da cultura) do povo Maori.[/caption]

“Lembraram do espetáculo ‘Nascente em Chamas’ de Camylla Alves de AfroMundi, em 2016” disse Dan Baron, “e recepcionaram o hino de Cabelo Seco cantado por Manoela com lágrimas solidárias. Seu Rio Omaru também está morrendo, mas seus jovens estão o cicatrizando, a partir de seu orgulho indígena. As identidades Maori, Samoa e Pacífica são abraçadas pelos cidadãos com aparência mais européia!

Mano celebra as narrativas Maori nas estatuas e paredes da ‘Marai’ que tem uma simbologia milenar e contemporânea.

Fomos integrados com rituais e línguas resgatadas, mas bem contemporâneas, que enraízam a vida de bem viver em leis e direitos ambientais, protegidos pela biossegurança mais rigorosa no mundo. Nova Zelândia nunca teria permitido a votação da Medida Provisória 759/16 de anteontem que acabou com a regularização da Amazônia Legal. Em nossas oficinas, crianças, jovens, comunidades e universidades se comprometeram em participar em nossa ‘pororoca solidária cultural’ em defesa da Amazônia e Brasil.”

Educador Maori, Tamati, coordenador do Festival ‘O Rio Fala’ explica o projeto da Escola Puya que embeleza esgotos com lendas indígenas na educação ecológica.

“Tom Willems é um arte educador mundial”, disse Elisa Neves (20), percussionista do Coletivo desde as Latinhas de Quintal em 2008, “que vai ajudar impulsionar nossa pororoca de solidariedade, rumo ao Fórum de Bem Viver que vamos realizar em julho. Ele vai vivenciar tudo! Os efeitos da violação dos direitos de professores em Marabá, do massacre de lideranças, indígenas e trabalhadores no Pará, e das leis corruptas no Brasil, para alertar redes de mais de 40 países no mundo. Se nossos depoimentos artísticos ressonarem na voz dele, o mundo terá mais interesse de clamar na defesa de nosso Rio Tocantins!”.

Dan Baron e Mano Souza se despedem do grupo Environment Protection Authority (EPA) em Melbourne depois de uma troca de oficinas.

Os jovens do Coletivo AfroRaiz do Rios de Encontro foram convidados para visitar os dois países em 2018, para fortalecer pontes culturais e educativas entre o continente pacífico e Amazônia. Nesta semana, os jovens estão preparando uma programação de oficinas, rodas e uma bicicletada, em pareceria com a Rede Brasileira de Arteducação (ABRA) e Unifesspa, aberta a Marabá, para afirmar Dia Mundial do Meio Ambiente, dia 5 de junho.

Qualquer pessoa que queira colaborar na criação da Pororoca Cultural Solidária pode visitar o site http://www.riosdecriatividade.com.

Publicado em Advogando, AfroMundi, Bicicletada, Festival de Verão, Gira-Sol, Rabetas Videos, Residências, Rios de Criatividade, Universidade Comunitaria dos Rios | Deixe um comentário

Calendário RdE 2016

2016 Calendar

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Visite a plataforma do Rios de Criatividade!

Imagem | Publicado em por | Deixe um comentário

Abrimos inscrições para cursos e audições de 2017

Quem imaginou 09 anos atrás que crianças que cantaram Fogo na Cidade, Alerta Amazônia e Bagageiro na pracinha, se transformariam em arte educadores, com seu próprio teatro, espaço audiovisual, biblioteca, cinema, e café? Dedicamos-nos à acordar a cultura afro de Cabelo Seco e realizar sonhos. Abrimos caminhos para todos. Nos formamos, criando festivais de pipa e beleza amazônica, inventando bicicletadas, levando a cultura de Cabelo Seco aos cantos do mundo. Agora, convidamos vocês entrar em mais uma roda!

Oferecemos oficinas de dança com AfroMundi, percussão com Tambores de Liberdade, produção de vídeos, filme e fotografia com Rabetas Vídeos, teatro com biblioteca Folhas da Vida, rádio com Gira Sol, e violão com Mestre Zequinha! Inscrições abrem hoje até dia 25 de Março. Tudo começa em nossa universidade comunitária dos rios no dia 10 de Abril!

Cia de Dança Afro Mundi e o Coletivo Afro-Raiz convidam dançarinos e percussionistas, com 02 anos de experiência, interessados em dançar no palco, praça, escola e rio, participarem numa audição entre 27 março à 2 de abril.

Integra uma residência com o Coletivo Abayomi, de Florianópolis, (30 de março à 3 de abril). Ligue para nós (91 988478021 e whatsup), ou olhe no Face de Rios de Encontro. Tem somente 25 vagas!

Publicado em Advogando, AfroMundi, Bicicletada, Cine Coruja, Festival Beleza Amazonica, Festival de Verão, Folhas da Vida, Gira-Sol, Rabetas Videos, Residências, Tambores da Liberdade, Universidade Comunitaria dos Rios | Deixe um comentário

Celebramos ‘dia internacional de ação pelos rios’ embelezando nossa Casa dos Rios

Estagiários (esq à dir), Rerivaldo, Elisa, Évany, Alanes, Lorena, Camylla e (coordenadora) Mano do Afro-Raíz pintam as esculturas-janelas da Casa dos Rios para celebrar Dia Internacional de Ação pelos Rios (14.03.17)

Acabamos de dedicar nosso último mês à formação através da criação de micro vídeos, elaboração de nossa nova fase ‘estagiário’ na universidade comunitária dos rios, e a construção de nossa própria Casa dos Rios. Estamos agora aprofundando os acordos e metas do 2017, criando nosso cronograma coletivo, e gestionando nosso projeto mundial ‘Rios de Criatividade’. Lançamos o site do projeto no Dia Internacional de Ação pelos Rios, dia 14 de março.

Visita o site do Rios de Criatividade, e participe! http://www.riosdecriatividade.com.

Publicado em Advogando, AfroMundi, Cine Coruja, Folhas da Vida, Publicações, Rabetas Videos, Tambores da Liberdade, Universidade Comunitaria dos Rios | Deixe um comentário