‘Ano Internacional da Luz’ abre no Rio Tocantins

AfroMundi ensaia uma cena do novo espetaculo 'Deixa o Nosso Rio Passar', em preparação para sua apresentação na balsa nessa sábado

Camylla, Carolayne, João Paulo e Matheus da Cia AfroMundi ensaiem carimbó em preparação do lançamento no sábado.

Rios de Encontro, o projeto socioeducativo e ecocultural, abre sua programação municipal de 2015 com a inauguração de um novo palco teatral popular na Orla de Marabá com o terceiro espetáculo ‘Lágrimas Secas’ da Companhia de Dança AfroMundi nesse sábado, dia 28 de fevereiro, às 18h. O espetáculo será antecipado com o solo ‘Raízes e Antenas II’, e embelezado com novas músicas e interpretações de dança afro-contemporânea do espetáculo ‘Deixe o Nosso Rio Passar’ que o projeto vai levar à New York em Abril-Maio.

O espetáculo ‘Lagrimas Secas’ foi apresentado durante o III Festival Beleza Amazônica no dia 13 de dezembro no ano passado, no teatro comunitário na pracinha de Cabelo Seco. “Ele dramatiza os grandes rios do mundo secando e pegando fogo”, explica a coreógrafa e coordenadora da AfroMundi, Camylla Alves, “depois da construção das hidrelétricas e assassinato das nascentes. Mas o espetáculo é otimista. A nascente do Rio Tocantins brota a tempo, renovada pelas lágrimas sábias do povo.”

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Carolayne, Camylla, Matheus, Carol e Elisa das Latinhas de Quintal ensaiem ‘Stop the Train’ do espetáculo ‘Deixa o Nosso Rio Passar!’

“Porém nossos jovens dançarinos não estão ingênuos”, complementa Dan Baron, colaborador artístico da AfroMundi. “Os jovens escutam os pescadores do bairro e questionam por que em pleno mês de fevereiro ainda tem praia e a água na barragem de Tucuruí está secando. Se a população não começa a questionar o projeto imposto da hidrelétrica, a tragédia social e ecológica que já está acabando com Altamira com a construção da hidrelétrica de Belo Monte, vai chegar para nós em Marabá.” 

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Pablo, Rafael e João Paulo de Gira-Sol, Folhas da Vida e Cia AfroMundi ensaiem ‘Stop the Train’ do espetáculo ‘Deixa o Nosso Rio Passar!’

Dan continua: “Como antecipamos no ano passado no nosso Seminário de Energia Solar, o governo federal agora está correndo para desenvolver energia solar doméstica, porque as hidrelétricas não têm água suficiente para gerar energia eficiente para abastecer o desenvolvimento industrial e cuidar das necessidades básicas da população. O povo sabe que a energia da barragem de Tucuruí não chega a ele, e paga um preço altíssimo para luz em casa. Será que Marabá precisa sofrer o que São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte estão vivendo, e o aumento do dengue, do câncer, da prostituição infantil e de violência social que a Altamira está passando, antes de se manifestar? Por que a UNESCO declarou 2015 ‘Ano Internacional da Luz’?”.

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Elisa e Carol de Roupas ao Vento e Matheus de Ruas Dançantes, todos de Latinhas de Quintal, ensaiem ‘Stop the Train’ do espetáculo ‘Deixa o Nosso Rio Passar!’

 

“Entendemos porque a população não se manifesta”, afirma Manoela Souza, gestora do espetáculo ‘Deixa o Nosso Rio Passar’. “Tem medo de perder emprego. Mas vamos oferecer a nova música ‘Pare o Trem’ (que leva os minérios da região) de nosso mestre da cultura popular, Zequinha Sousa, para ajudar a população enxergar o que vai acontecer nos próximos anos. Assim vamos ampliar a confiança para superar o medo. Já convidamos a jornalista sobre assuntos da Pan-Amazônia, Thiana Bondo de Salvador, e nossa pesquisadora em energias alternativas, Jessica Ertel de New York, para realizar residências nessa semana para mobilizar apoio internacional ao encorajar Marabá debater e desenvolver as políticas das ‘cidades inteligentes’ de países como Japão e Alemanha, ao cuidar dos direitos humanos e qualidade de vida do cidadão.”

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Évany de Cine Coruja e Minha Diáspora Musical, e Sandoval de Rádio Arraia, ambos das Latinhas de Quintal, ensaiem ‘Stop the Train’ do espetáculo ‘Deixa o Nosso Rio Passar!’

“Rios de Encontro tem escolhido a balsa atrás do posto da Policia Militar”, explicita Dan Baron, “para propor uma revitalização alternativa da Orla que está sofrendo tanta decadência que prejudicou o carnaval desse ano. As próprias bandeiras da Vale estão desintegrando, mostrando a crise que ela está passando. Queremos demonstrar a importância de uso do espaço público para fortalecer o povo e sua cultura amazônica, não para a esvaziar, como está acontecendo na Avenida Antônio Maia. Sem consulta, a Velha Marabá está sofrendo uma política de urbanismo que tira o povo de seu próprio lugar, corta laços e quebra vidas. Acaba com uma beleza que atrai visitantes do mundo inteiro, importando uma limpeza que distancia a população de sua própria cidade e identidade.”

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“Celebrando a sabedoria comunitária de Cabelo Seco,” conclui Dan, “no palco ribeirinho da balsa será uma demonstração sobre como comunidades podem criar cidades populares e sustentáveis. Estamos elaborando um projeto ‘Mais Cultura nas Universidades’ com outros projetos comunitários e com a UNIFESSPA para aproximar saberes populares com cursos de formação e saberes acadêmicos para capacitar universidades tornarem-se mais humanas, saudáveis e gestores de um futuro sustentável.”

Os artistas, arte educadores populares e embaixadores amazônicos da Universidade Comunitária dos Rios em Cabelo Seco, vestidos na beleza do Rio Tocantins, que estão criando 'Deixa o Nosso Rio Passar' para New York em Abril

(esq à dir atrás) Elisa, Carolayne, Camylla, Matheus, João Paulo, Pablo e (na frente), Carol, Sandoval, Évany e Rafael do Rios de Encontro, num retrato coletivo de fevereiro de 2015.

A programação de dança e música começa no pôr-do-sol neste sábado às 18h. Famílias, colaboradores e amigos do projeto estão convidados para chamar seus amigos para curtir uma nova geração de artistas populares emergentes, comprometidas com a preservação do Rio Tocantins. As primeiras 50 pessoas que chegam na escadaria do teatro participarão num sorteio da beleza amazônica. A noite pretende ampliar o debate sobre energia solar rumo a uma audiência com os vereadores, na presença dos cientistas, na Câmara, nas primeiras semanas de Março.

Caso chova, a apresentação será adiada até o próximo sábado e pode ser confirmada através do telefone 94 99192 0171 com Manoela Souza (gestora cultural) e Carolayne Valente (jornalista social) do Rios de Encontro.

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Lançamos nossa programação do ‘Ano Internacional da Luz’ (2015)

Ano da Luz (RdE 2015)

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Festival Beleza Amazônica volta de Londres

Jornal Tocantins (10.02.15) Jornal Opiniao (10.02.15)

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Cultura Viva Comunitária na Escola 2014-15

 

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Festival Beleza Amazônica juvenil encerra com lançamento da bici-radio solar

Manoela, Carol e Pablo colam um minidoor fora do barracão para completar a divulgação do festival dentro da comunidade Cabelo Seco.

Manoela, Carol e Pablo colam um minidoor fora do barracão para completar a divulgação do festival dentro da comunidade Cabelo Seco.

O 3° Festival Beleza Amazônica encerrou no domingo, dia 14 de dezembro, com a bicicletada ‘Deixe o Nosso Rio Passar’ e o lançamento da ‘bici-rádio solar’. Apesar de uma madrugada de chuva forte, os jovens do projeto Rios de Encontro que idealizaram a bici-rádio conseguiram mobilizar 60 crianças, jovens e pais de Cabelo Seco para pedalar, celebrando quatro dias de debate e mostras artísticas do festival. Beleza Amazônica destacou jovens como arte educadores, produtores e protagonistas da construção de um novo mundo seguro, transparente e sustentável.

Jessica Ertel, Renato Cavalcante (UFPA) e jovens coordenadores Évany Valente, Carol Sousa e Pablo Sousa apresentam a primeira bici-radio solar no mundo, frente a instalação 'Deixa o Nosso Rio Passar' na Galeria do Povo na pracinha de Cabelo Seco.

Jessica Ertel, Renato Cavalcante (UFPA) e jovens coordenadores Évany Valente, Carol Sousa e Pablo Sousa apresentam a primeira bici-radio solar no mundo, frente a instalação ‘Deixa o Nosso Rio Passar’ na Galeria do Povo na pracinha de Cabelo Seco.

“O 1° Festival Beleza Amazônica em 2012″, explicou Carolayne Valente, jornalista social e cantora com as Latinhas de Quintal desde sua formação em 2009, “foi a celebração da identidade afrodescendente do bairro matriz de Marabá. Este primeiro festival inventou a ‘bicicletada pela vida’ em protesto contra o assassinato de Everton Sousa, amigo do projeto, e levou nossas propostas artísticas a outras comunidades populares. A bicicletada virou uma marca municipal e nacional e gerou um novo micro-projeto”.

“A marca do 2° Festival em 2013 foi nossa grande caravana artística que levou oficinas, a biblioteca familiar ‘Folhas da Vida’, músicas do CD ‘Amazônia Nossa Terra’ e ‘Raízes e Antenas’, primeiro espetáculo da Cia de Dança, AfroMundi, aos cantos mais esquecidos, excluídos e violentados do próprio bairro de Cabelo Seco, e a Universidade Federal em Marabá, o município de Nova Ipixúna e o Shopping Marabá.”

“A marca deste 3° Festival,” continua Carolayne, “é nos jovens como arte-educadores e pesquisadores culturais, coordenadores dos nove micro-projetos do Rios de Encontro. Apresentamos as frutas de nosso tema de 2014, ‘energias de vida’ que fomentou cursos de verão, oficinas e novos experimentos artísticos em volta de energia solar, alimentos saudáveis e pedagogias artísticas”.

Mais de 600 pessoas participaram na primeira noite do festival, integrada na XIII Mendonça Cultural da EMEF escola José Mendonça Vergolino. O projeto eco-cultural e socioeducativo Rios de Encontro e o Municipal se juntaram numa afirmação de uma educação formal enraizada nas sabedorias das culturas populares, em particular, suas artes, rumo a Escola Sustentável e uma sociedade multicultural. Zequinha Sousa, diretor musical do Rios de Encontro, lançou o 3° Festival Beleza Amazônica no auditório lotado da escola, cantando com a plateia a música que inspirou os 540 participantes das 24 oficinas de artes integradas, realizadas no projeto Cultura Viva Comunitária, dos Ministérios da Cultura e da Educação.

Professora Laudelina anuncia uma apresentação teatral acadêmica na Mendonça Cultural e abertura do Beleza Amazônica que valoriza sabedoria indígena e cuidado ambiental. Os governos federal e estadual nāo entendem o consenso popular e reflexos culturais aqui em Marabá sobre a preservação da Amazônia.

Professora Laudelina anuncia uma apresentação teatral acadêmica na Mendonça Cultural e abertura do Beleza Amazônica que valoriza sabedoria indígena e cuidado ambiental. Os governos federal e estadual nāo entendem o consenso popular e reflexos culturais aqui em Marabá sobre a preservação da Amazônia.

Manoela Souza, parte da coordenação da colaboração, ficou impressionada com a qualidade das exposições na feira. “Os alunos e professores criaram uma instalação tão lúcida, criativa e inteligente, dos cinco anos que explicou reciclagem, cuidado com a identidade amazônica e sustentabilidade, com cantos, danças e encenações! Mostrou que há um consensos popular sobre a necessidade de conservar e defender Amazônia da exploração atual que a ameaça”. A feira foi embelezada por apresentações de dança pela Cia AfroMundi, do novo micro-projeto ‘Ruas Dançantes’ e do projeto ‘Dançarte’, e uma oficina infantil de pintura de rostos, ministrada pela biblioteca ‘Folhas da Vida’.

Carol, uma dos coordenadores de Folhas da Vida, ministra a oficina de pintura de rosto durante a primeira noite do festival, na Mendonça Cultural.

Carol, uma dos coordenadores de Folhas da Vida, ministra a oficina de pintura de rosto durante a primeira noite do festival, na Mendonça Cultural.

Na noite da sexta-feira dia 12 de dezembro, o festival realizou uma roda no Barracão de Cultura em Cabelo Seco sobre ‘segurança ecosocial’ com convidados especiais Capitão Edinei da Policia Militar e Renato Cavalcante, o pesquisador em energia solar da Universidade Federal. Coordenado por Dan Baron do Rios de Encontro e Carolayne Valente, a roda integrou 40 participantes de quatro gerações através de novos vídeos que afirmaram a parceira inovadora da Policia Militar na bicicletada do dia 22 de novembro, ‘Eu Sou Amazônia’.

Jovens participam numa  roda de conversa sobre segurança ecosocial popular no Barracāo de Cultura em Cabelo Seco.

Jovens participam numa roda de conversa sobre segurança ecosocial popular no Barracāo de Cultura em Cabelo Seco.

A roda Iniciou com dois vídeos curtos sobre energia solar e um vídeo que documenta a atuação dos jovens do Rios de Encontro como arte educadores na escola inteira do Municipal. “O Comandante iniciou a conversa,” disse Dan Baron, “confessando que a PM não tem uma solução para lidar com a violência atualmente abalando a sociedade e suas instituições, e declarando seu desejo de escutar e avançar junto com a comunidade. Jovens violentados e pais que perderem filhos se manifestaram com sensibilidade e clareza.”

Dan Baron continuou: “Lentamente, a conversa discutiu o potencial da energia solar para cultivar uma alfabetização ecológica, cuidado ambiental e responsabilidade comunitária. Conseguimos enxergar um projeto de segurança eco-social e popular. Foi um passo corajoso na construção de uma nova confiança entre jovens e policias que sofrem as conseqüências trágicas de um modelo imposto de desenvolvimento violentador.”

Carol, Jessica, Évany e Pablo montam a bici-rádio sob a supervisão do Renato Cavalcante do GEDAE (UFPA-Belém), na manha antes da festa.

Carol, Jessica, Évany e Pablo montam a bici-rádio sob a supervisão do Renato Cavalcante do GEDAE (UFPA-Belém), na manha antes da festa.

Na manha do sábado, três jovens de Cabelo Seco da oficina de energia solar do projeto Gira-Sol, montaram uma ‘bici-rádio solar’ com professor Renato Cavalcante, gestionada pela jovem pesquisadora norte americana, Jessica Ertel. “Parece que inventamos a primeira bici-rádio solar,” empolgou Evany Valente, coordenadora do Cine Coruja, percussionista das Latinhas de Quintal e pesquisadora no projeto ‘Minha Diaspora Musical’. “Queremos divulgar, demostrar e sensibilizar nossa comunidade e a cidade para intervir no projeto da Usina Hidrelétrica Marabá, e motivar um debate sobre energia solar como alternativa barata e viável. Uma placa móvel tem esta capacidade popular provocadora.”

AfroMundi Juvenil dança carimbo na Pracinha de Cabelo Seco, dirigida pela jovem coreógrafa Camylla Alves.

AfroMundi Juvenil dança carimbo na Pracinha de Cabelo Seco, dirigida pela jovem coreógrafa Camylla Alves.

A bici-rádio solar divulgou a mostra das artes gestionada, produzida e realizada pelos jovens coordenadores, na mesma noite na pracinha de Cabelo Seco, e ficou ao lado do palco como instalação eco-cultural. Co-apresentada pela gestora cultural Manoela Souza e a jovem jornalista Carolayne Valente, um público comunitário de 140 pessoas testemunhou quatro novas coreografias de dança coordenadas por Camylla Alves da Escola AfroMundi e uma coordenada por Matheus Sá, do novo projeto ‘Ruas Dançantes’.

Cantora das Latinhas de Quintal, Carolayne Valente, apoia Zequinha Sousa e sua roda juvenil 'Violões da Vida' no palco do Festival Beleza Amazônica.

Cantora das Latinhas de Quintal, Carolayne Valente, apoia Zequinha Sousa e sua roda juvenil ‘Violões da Vida’ no palco do Festival Beleza Amazônica.

Jovem coordenadoras Elisa Neves e Carol Sousa do novo projeto ‘Roupas ao Vento’ contra a violência contra mulheres, Rafael Varão da biblioteca familiar ‘Folhas da Vida’, Evany Valente do novo projeto de pesquisa ‘Minha Diaspora Musical’, Sandoval Maia do novo projeto ‘Radio Arraia’ e Jessica, Evany, Carol e Pablo Diego compartilharam reflexões, intercaladas por videos do Coletivo Rabetas Videos. “Aqui, temos os projetos do futuro de Cabelo Seco”, celebrou Manoela Souza, “integrados, unidos e abastecidos pela energia solar. Como disse nosso Radio Arraia, fica ligado! Acredita num futuro popular alternativo!”

Cia Afromundi estreia o novo espetáculo 'Lágrimas Secas' no festival Beleza Amazônica como pesquisa em progresso.

Cia Afromundi estreia o novo espetáculo ‘Lágrimas Secas’ no festival Beleza Amazônica como pesquisa em progresso.

A noite das artes encerrou com ‘Lágrimas Secas’, o novo espetáculo da Cia de Dança, AfroMundi, fruto da pesquisa do ano 2014. “Mostramos as conseqüências trágicas da hidrelétrica e devastação da Amazônia”, explica Camylla Aves, “quando os rios morrem e pegam fogo. Porem não dramatizamos um futuro trágico e pessimista. Lágrimas sábias renovam o Rio Tocantins, propondo que uma nova sensibilidade ambiental e reflexiva é possível e possa transformar o atual projeto ‘ecocidal’ dos governantes em um de vida sustentável.

Novas coordenadoras da bicicletada surgem dos projetos de dança, violāo e biblioteca, se embelezando e embelezando bicicletas para representar energia solar.

Novas coordenadoras da bicicletada surgem dos projetos de dança, violāo e biblioteca, se embelezando e embelezando bicicletas para representar energia solar.

No domingo, dia 14, depois de uma forte chuva, crianças de Cabelo Seco lideraram a última grande bicicletada do ano, ‘Deixa o Nosso Rio Passar’, lançando a bici-radio solar da Radio Arraia. Acompanhada pela Policia Militar, a bicicletada anunciou o tema de 2015, ‘segurança ecosocial popular’, a ser aprofundado com a escola parceira Jose Mendonça Vergolino e apresentado em New York no final de abril de 2015.

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Festival Beleza Amazônica 2014, ‘Deixa o Nosso Rio Passar’, começa hoje!

O terceiro Festival Beleza Amazônica começa hoje em sua comunidade matriz Cabelo Seco, com uma roda de conversa com o Comandante Eduardo Pimentel da Policia Militar sobre ‘segurança popular ecosocial’. Venha participar hoje a noite as 19h no barracão de cultura.

Detalhes sobre a segunda roda ‘saúde e cultura popular’ (sexta, dia 12), a festa cultural (sábado, dia 13) e a bicicletada (domingo as 8h) se encontrem no cartaz abaixo!

Festival Beleza Amazonica  2014

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Consciência Negra é todo dia, hora e segunda em Cabelo Seco!

Nossa intervenção na rua na nossa comunidade Cabelo Seco retrata energia solar, o Rio Tocantins, e os jovens mais vulneráveis no Brasil, e lança nossa nova logo-marca 'aqui não vale'.

Nossa intervenção na rua na nossa comunidade Cabelo Seco retrata energia solar, o Rio Tocantins, e os jovens mais vulneráveis no Brasil, e lança nossa nova logo-marca ‘aqui não vale’.

Uma imagem e poema de nossa biblioteca comunitária Folhas da Vida celebra consciência afro- ecológica na Galeria do Povo, no dia de Consciência    Negra.

Uma imagem e poema de nossa biblioteca comunitária Folhas da Vida celebra consciência afro- ecológica na Galeria do Povo, no dia de Consciência Negra.

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